Talvez tentando, por pura intuição ou instinto, acreditar ser mais leve que o vento. Nessa crença, ela tende a se levar, a se deixar levitar... E, quase como em um susto, ela se solta das amarras da realidade: cessa seu ser num instante inseguro, abandona o que é, fazendo-se diferente. Metamorfose e seu segredo. Agora ela é ar. Despojadamente, ar: suspensa no ar...
Talvez tentando, por pura intuição ou instinto, acreditar ser mais leve que o vento. Nessa crença, ela tende a se levar, a se deixar levitar... E, quase como em um susto, ela se solta das amarras da realidade: cessa seu ser num instante inseguro, abandona o que é, fazendo-se diferente. Metamorfose e seu segredo. Agora ela é ar. Despojadamente, ar: suspensa no ar...
ResponderExcluir...e soberana plainar sobre as águas cheia de si?
ResponderExcluirSílvia, aqui continua tudo belo. Um deleite para nós seus visitantes e seus admiradores.
Beijo.
Zé